Um domingo na Paulista Aberta

Um domingo na Paulista Aberta

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Por: Paulo Henrique Fonseca Batista

No último domingo, resolvi verificar como ficou a tal da “Paulista Aberta” que tanto se comenta aqui em São Paulo. Aberta para as pessoas, fechadas para o trânsito de veículos.

Sempre gostei muito de ir a Avenida Paulista, já trabalhei e morei nessa região por dois anos, e de alguns anos para cá a Paulista virou referência em São Paulo para qualquer evento, mega shows e manifestações populares. Fui lá conferir!

A primeira impressão que tive foi de que a Paulista estava realmente livre para as pessoas transitar da forma que quisessem. Pessoas a pé, correndo, de bike, skate, patins, não importa como, o importante era curtir a Paulista Aberta. Interessante que a gente acaba entrando no clima, pois mesmo com um passeio enorme livre, caminhei praticamente o tempo todo no meio da avenida. Essa sensação de andar no meio de uma rua que sempre vi super movimentada, totalmente despreocupado é muito boa!

E a Paulista estava aberta para todos os gostos. Pessoas de todas as idades, famílias, crianças, animais de estimação, casais hetero e homo afetivos, todos muito tranquilos e curtindo como podiam a liberdade propiciada por essa ação que foi tão discutida e agora parece super aprovada e abraçada pela população!

Logo nos primeiros quarteirões me deparei com algumas redes montadas e me convidando a relaxar: “Doamos este momento de descanso para você curtir a Doce Hora. E você? Conte pra gente como deixou o dia de alguém mais doce usando #docehora”. Era uma intervenção feita pelo Açúcar União que disponibilizou várias redes montadas para quem quisesse curtir um descanso embalado pela rede! Uma delícia! Além das redes,a intervenção também oferecia guloseimas em troca de um abraço! Tinha Cookie, Quindin, Cupcake e Macaron.

Ao longo da avenida fui encontrando pequenos shows de artistas e bandas desconhecidas, mas nem por isso, menos talentosas. Me chamou a atenção um cantor dentro do parque Trianon com uma voz linda e som bem limpo. A turma que assistia se deliciava com as músicas, sua voz e sua simpatia. Outro que gostei bastante foi a banda Cabaré 3 Vinténs. Uma banda que mistura jazz e circo, divertido, ótimo de se ver, ouvir e curtir. E para quem queria uma coisa mais elaborada, tipo “showzão” teve a excelente banda Beatles 4Ever em um palco em frente a FIESP/SESI.

Nos passeios ao longo de quase toda avenida vários artesãos expunham seus trabalhos juntamente com as barraquinhas de “comes e bebes”.  O comercio local, com raras exceções, fica todo fechado, somente os bares e restaurantes eu vi aberto e acredito que aproveitam muito bem o momento, pois, clientela é que não falta. E tudo com um ótimo astral!

E como não podia faltar, havia espaços e atrações para as crianças. Mágicos, brincadeiras antigas (pular corda, bambolês etc.). Tinha até gente fazendo pic nic na rua e no passeio. Bem Slow!!

Um passeio bem legal e que vale a pena para quem quiser curtir um domingo diferente em São Paulo!

Avenida Paulista Aberta

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